Perguntas frequentes
FAQ
Porque optar por um aquecimento central?
O aquecimento central conjuga o máximo conforto com a máxima economia sendo a solução mais racional do ponto de vista energético, fator que cada vez mais preocupa a sociedade moderna. Permite-lhe aquecer a casa e ter água quente para o seu duche ou para as tarefas da cozinha. Tudo o que precisa para dar maisconforto e calor à sua vida e sempre com a máxima segurança.
Como funciona um aquecimento central?
O seu funcionamento é em termos gerais, muito simples: a água entra na caldeira e é aquecida. Esta água quente entra na rede de tubos e é encaminhada até aos radiadores. Uma vez dentro dos radiadores, a água troca a sua energia com os mesmos, ou seja, a temperatura da água diminui e a dos radiadores aumenta. Quando a temperatura dos radiadores sobe acima da temperatura ambiente, estes últimos trocam por sua vez, a energia com o ar ambiente, aumentando a temperatura da sala onde estão instalados. Após este processo, a água entra novamente na rede de tubos e é reencaminhada até à caldeira, dando continuidade ao processo de aquecimento ambiente.
O que devo saber antes de escolher um sistema de aquecimento central?
Deverá elaborar o projeto de dimensionamento, no sentido de apurar as necessidades energéticas da habitação e fatores a ter em conta no aquecimento de espaços, como salas ou quartos, o número de elementos e dimensões dos radiadores são ditados pela área a aquecer e a temperatura pretendida. Obviamente, o isolamento da casa, a temperatura média e o número médio de dias por ano nos quais é necessário aquecimento têm também um papel preponderante nesta escolha.
Logo, a seleção de um sistema de aquecimento central deverá começar pela realização de um projeto de dimensionamento, no sentido de apurar as necessidades energéticas da habitação. É fundamental recorrer a um especialista tanto para o aconselhar como para o instalar.
O aquecimento central é bastante económico. Um sistema de aquecimento central vai distribuir o calor em toda a habitação, garantindo assim a casa inteira estará na temperatura certa, o que irá diminuir os custos.
Existem vários tipos de dispositivos de aquecimento central disponíveis para o aquecimento da casa e fornecimento de água quente.
Existem três tipos principais de sistemas de aquecimento central.
- O sistema de caldeira que é bastante eficaz
- O sistema de aquecimento central a gás
- O sistema de aquecimento elétrico.
Há vantagens para todos os tipos de sistemas de aquecimento central e, antes de escolher, aconselhamos que recorra a um especialista que irá avaliar qual o melhor sistema no seu caso concreto e ajudá-lo a tomar uma decisão informada.
Como devo escolher o sistema de aquecimento central mais indicado às minhas necessidades?
O melhor sistema de aquecimento central é aquele que garante o melhor conforto no Inverno com um baixo custo energético e de manutenção. Assim é necessário ter um cuidado especial na escolha dos equipamentos a adquirir bem como na escolha da fonte de energia a usar. Atualmente existe no mercado uma grande variedade de equipamentos para esse fim, a sua escolha depende de vários fatores tais como: custos iniciais de aquisição; custos da instalação dos equipamentos suplementares necessários e, os custos de manutenção e reparação ao longo da sua vida útil. Assegure-se sempre que adquire produtos e marcas de qualidade que garantam a assistência técnica durante todo o período de garantia e após ofim da mesma.
Como produtores de calor e de energia térmica poderá optar por:
- Radiadores ou convectores eléctricos individuais, ou acumuladores de calor;
- Caldeiras a gás, caldeiras a gasóleo e caldeiras a biomassa (lenha, pellets e outros);
- Ar condicionado (sistemas individuais tipo split ou multi-split de funcionamento eléctrico);
- Bombas de calor (funcionamento eléctrico)
Como elementos de emissão de calor:
- Radiadores ou convectores de água e ventilo convectores
- Piso ou pavimento radiante
A instalação de um aquecimento central é muito dispendiosa?
O custo de uma instalação de aquecimento central é variável e depende de um conjunto de fatores relacionados com o tipo de solução pretendida, área de habitação, tipo de habitação, etc.
Podemos considerar basicamente dois tipos de custos:
– Custos inerentes à instalação propriamente dita englobando o equipamento necessário à instalação, tal como caldeira, depósito, tubagem, isolamento, radiadores, válvulas, etc. Os custos dependem apenas das necessidades térmicas da habitação e da solução adotada.
– Custos inerentes à mão-de-obra da instalação
Aqui os custos dependem não tanto das necessidades térmicas da habitação mas da habitação propriamente dita. Uma instalação de aquecimento feita em fase de construção será menos dispendiosa do que uma instalação feita após o término da construção, já que, no segundo caso, a dissimulação da tubagem obriga a trabalhos suplementares de construção civil.
Qual a manutenção necessária a um sistema de aquecimento central?
Como qualquer aparelho, é importante prever um esquema de manutenção periódica, no sentido de repor as condições de bom funcionamento e prevenir avarias de maior gravidade.
Periodicidade:
– Caldeira – para assegurar um funcionamento perfeito, a caldeira deverá beneficiar de uma revisão anual por um técnico especializado
– Acumulador – no caso do acumulador, a frequência de manutenção depende da qualidade da água da zona onde ele estiver instalado, a qual provocará maiores ou menores incrustações de calcário.
– Rede de água – com exceção das purgas de ar a realizar periodicamente, a rede de água do aquecimento central não necessita de qualquer tipo de manutenção, sendo mesmo desaconselhável efetuar qualquer intervenção.

